Leonardo Schwab Pires, Advogado

Leonardo Schwab Pires

(2)Macaé (RJ)

Sobre mim

Advocacia Criminal, Civil
Advogado .Mestre em Ciências Jurídicas e Sociais pela UFF.

Principais áreas de atuação

Direito Penal, 25%

É o ramo do direito público dedicado às normas emanadas pelo Poder Legislativo para reprimir os d...

Direito Tributário, 25%

É o segmento do direito financeiro que define como serão cobrados dos cidadãos os tributos e outr...

Direito Processual Penal, 25%

É o ramo de estudo tradicionalmente voltado à a atividade de jurisdição de um Estado soberano no ...

Direitos Humanos, 25%

Direitos e liberdades básicos de todos os seres humanos. : a) direitos civis e políticos; b) dire...

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Foucault e o Abolicionismo Penal
Este livro de Leonardo Schwab Pires é uma pesquisa, no campo jurídico, em torno do abolicionismo penal, operando em registros ao mesmo tempo ético, filosófico e histórico. Sabemos que Mário de Andrade, em Pauliceia Desvairada, perguntou “será necessária a prisão para que haja civilização?”. Resta saber o que resultou desse juízo, lembrando que Carandiru era um presídio de São Paulo. Tendo como ponto de partida esse problema “a prisão é necessária?”,Leonardo toma para si o desafio de estabelecer um diálogo entre o filósofo Michel Foucault e os principais teóricos do abolicionismo penal, sobretudo com o holandês Louk Hulsman. Um dos pontos de intercessão está no fato de Hulsman, assim como Foucault, ter contestado a lógica discursiva e política que “edifica” a ideia de sistema penitenciário. O estudo de Leonardo atravessa diferentes categorias do abolicionismo penal “os bons e os maus”, “o culpado necessário”, “estigma e estereótipo”. Começando com Louk Hulsman e passando a seguir para autores incluindo Raúl Zaffaroni e Edson Passetti. É inegável que o sistema prisional e os seus códigos compõem um terrível pesadelo, sobretudo nos países pobres. ... Para concluir, diremos que Léo Pires é um autor que está entre os que compreendem que a genealogia nietzschiana traz possibilidades de criação de práticas de resistências para que possamos pensar uma nova justiça contra o desejo de punição e os julgamentos moralizantes ainda muito enredados nos processos jurídicos. Mário Bruno
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